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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

18 ANOS E NADA...




Caso Varginha completa 18 anos

Apesar da intensa pressão da Comunidade Ufológica Brasileira, o governo ainda não liberou os documentos a respeito de nosso mais importante caso


Nesta última segunda-feira, 20 de janeiro de 2014, o Caso Varginha completou sua maioridade. Há 18 anos os ufólogos do Brasil aguardam a liberação de documentos a respeito do mais importante caso já ocorrido em nosso território, mas apesar da intensa pressão por transparência e abertura, a queda de um UFO no sul de Minas Gerais e a captura de sua tripulação permanecem assunto altamente secreto.

O Caso Varginha aconteceu em meio a uma intensa onda global de observações ufológicas que se estendia desde o segundo semestre de 1995, e nos meses que se seguiram à descoberta do evento descobriu-se que o sul de Minas Gerais foi também assolado por inúmeros avistamentos. Nada mais natural que os militares monitorarem a situação cuidadosamente, contando inclusive com o auxílio de seus colegas norte-americanos que enviaram um alerta quando um objeto não identificado desapareceu próximo a Varginha.



A ação extremamente rápida no recolhimento das criaturas, e possivelmente da nave que as transportava, comprova que o monitoramento estava acontecendo. Na madrugada daquele 20 de janeiro de 1996 o casal Eurico de Freitas e Oralina pôde observar um artefato cilíndrico sobrevoar lentamente sua fazenda, soltando muita fumaça e aparentemente com uma das extremidades danificada. O casal, que morava a 10 km de Varginha, descreveu depois aos pesquisadores como o UFO desapareceu por trás de uma elevação do terreno na direção da cidade, rumando para o bairroJardim Andere.

ESTRANHAS CRIATURAS

Nas semanas e meses que se seguiram, uma equipe composta dos melhores ufólogos do país se lançou à investigação, surpreendendo-se a cada impressionante descoberta sobre os eventos. Na manhã daquele dia os bombeiros foram chamados para capturar uma estranha criatura vista por várias testemunhas em um terreno. O ser foi capturado com uma rede, depositado em uma caixa e depois colocado na traseira de um caminhão do Exército que acabara de chegar. O veículo seguiu rumo à cidade de Três Corações, onde se situa a Escola de Sargentos das Armas (ESA), a instituição militar mais próxima de Varginha.



Existe um único relato de uma testemunha, ex-militar, que afirmou ter visto sete militares do Exército com roupas camufladas e fortemente armados com fuzis FAL, fazendo uma varredura na mesma região por volta das 14h00. Essa pessoa disse que os militares entraram na mata, ouviu-se disparos, e depois saíram carregando dois sacos pretos. Em um desses sacos havia alguma coisa que se mexia. Por volta das 15h30 as jovens Kátia Andrade Xavier, Liliane Fátima da Silva e Valquíria Aparecida da Silva retornavam do trabalho quando, ao atravessar um terreno ainda no Jardim Andere, avistaram um ser agachado de pele marrom, cabeça grande com três protuberâncias e olhos vermelhos. Apavoradas, saíram correndo.

Foram os rumores acerca do avistamento das garotas que levaram o advogado e então ufólogo residente em Varginha, Ubirajara Franco Rodrigues, a iniciar uma investigação que em pouco tempo atingiu proporções nunca imaginadas, e envolveria a elite da Ufologia Brasileira. Com a reconstituição dos fatos graças a essa investigação a teoria mais aceita é que a criatura vista pelas meninas foi capturada por volta das 20h00, após uma intensa chuva, pelo policial Marco Eli Chereze. Ele e seu colega, que haviam recebido instruções para vasculhar a região atrás de qualquer coisa incomum, levaram o ser para o Hospital Regional após a recusa de um atendente em um posto de saúde.

ESFORÇOS DE ACOBERTAMENTO

O ser acabou sendo transferido na madrugada do dia 21 de janeiro para o Hospital Humanitas, mais afastado do centro da cidade, onde uma ala inteira foi interditada. Apesar de o Caso Varginha carecer de fotos e filmagens, as centenas de depoimentos obtidos pelos ufólogos, que se complementam entre si, confirmam a ocorrência desses impressionantes fatos. A movimentação anormal de viaturas militares ao longo de toda aquela semana foi uma constante na região, e muitas outras ocorrências surpreendentes ocorreram nos meses seguintes, muito provavelmente ligadas ao caso.





No dia 22 de janeiro a criatura, de acordo com os testemunhos já morta, foi levada para a ESA, e em 23 de janeiro um comboio militar saiu daquela instituição com destino ao Hospital das Clínicas da Unicamp, em Campinas. Depoimentos colhidos ali confirmam que a equipe do conhecido legista Fortunato Badan Palhares realizou a autópsia de uma das criaturas capturadas. O mais surpreendente, entretanto, foram alguns testemunhos de que a equipe de Palhares pediu que fossem trazidos diversos alimentos, iogurte, frutas, verduras, leite e outros. Igualmente a presença de militares na Unicamp naqueles dias era intensa.




A PESQUISA CONTINUA

A investigação também revelou a presença de militares norte-americanos e funcionários da NASA na ESA e na Unicamp. Quanto a Marco Chereze, que havia tocado na criatura sem qualquer proteção, foi internado em 07 de fevereiro e veio a falecer em 15 do mesmo mês. Da certidão de óbito, liberada somente muito tempo depois, constava que ele morreu por insuficiência respiratória aguda, septicemia e pneumonia bacteriana. Outros fatos da mesma época são a assinatura de um acordo entre Brasil e Estados Unidos para pesquisa espacial, durante a visita do então Secretário de Estado Warren Christopher, e a visita do então administrador da NASA, Daniel Goldin, ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Um dos eventos mais surpreendentes e nunca explicados daqueles meses foi a primeira reunião do Alto Comando do Exército fora de uma capital. O então Ministro do Exército, Zenildo Zoroastro de Lucena, juntamente com 29 generais, reuniram-se em Campinas, para uma pauta que seria mais adequada para oficiais de menor escalão. Testemunhas dão conta de que o autêntico motivo foi visitarem as criaturas capturadas em Varginha. A atitude de todas as instituições envolvidas, entretanto, sempre foi a de negar todos os fatos, como em 08 de maio de 1996, quando o então comandante da ESA, general Sérgio Pedro Coelho Lima, leu uma declaração para a imprensa e negou-se a responder a perguntas. Pressionado, disse que os militares envolvidos no caso trabalhavam em prol do Exército e da Nação, e não tinha que provar nada para ninguém.



Muitos outros fatos possivelmente ligados ao Caso Varginha ocorreram, e foram explorados em livros como o de Ubirajara Rodrigues, O Caso Varginha, da Coleção Biblioteca UFO, e Incidente em Varginha, escrito por Vitório Pacaccini. O caso foi alvo de inúmeras reportagens na imprensa brasileira e mundial, e também descrito em documentários. Igualmente inspirou obras de ficção científica, como De Roswell a Varginha (Tarja Editorial, 2008) do consultor da Revista UFO Renato A. Azevedo, e outras. A Ufologia Brasileira tem feito sua parte, propondo uma cooperação com nossas Forças Armadas nos moldes da que existe em paises vizinhos, e move um esforço mundial pela liberdade de informações com a Carta de Foz do Iguaçu 2013. Resta ao governo fazer a parte dele.


CRÉDITO: REVISTA UFO


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